Quem sou eu

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"Por que as pessoas escrevem? Já me fiz tantas vezes esta pergunta que hoje posso responde-la com a maior facilidade. Elas escrevem para criar um mundo no qual possam viver. Nunca consegui viver nos mundos que me foram oferecidos: o dos meus pais, o mundo da guerra, o da política. Tive de criar o meu, como se cria um determinado clima, um país, uma atmosfera onde eu pudesse respirar, dominar e me recriar a cada vez que a vida me destruísse. Esta é a razão de toda obra de arte.” [Anaïs Nin]

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Precisando do vazio pra me recompor...

Quis morar onde fosse seguro por alguns minutos, fingindo acreditar que se pode parar os acontecimentos e respirar, colar os pedaços do coração e encarar tudo outra vez. Quis silêncio por dentro e tentar entender porque sempre coloca tanto sentimento em tudo o que se propõem a fazer, choro e tanta tristeza brotando por que, como diriam muitos, não vale a pena. Talvez ainda não saiba que NÃO vale a pena ou ache que vale a pena apostar em quase tudo, e quebrar o coração, do que nunca ter tentado. E tentou não pensar que tudo de ruim que vinha acontecendo tinha alguma ligação, sendo otimista foi pensar que a vida queria lhe ensinar tudo de uma vez e ensinamentos sempre doem. Atravessou a madrugada com dilemas tão antigos quanto as músicas que a faria se sentir tão bem em qualquer outro episódio que não aquele, hoje ou nunca mais. Estranhou o coração não estar ali, alguma coisa que ali existia já não existia mais, era só o passado balançando os dias incertos do presente.
Algo batia descompassado por dentro e respirar a fazia ficar tonta, quis sair daquele lugar, fazer todo o caminho de volta e esquecer que mais uma vez foi espiar o lado de dentro, como se quisesse apostar em coisa que não existiam mais. De alguma forma precisava saber que tudo ainda existia e deparou-se com um vazio, nada estava mais lá, o coração não batia, quadris, costelas e tudo tinham ido embora. Pensou que seriam dias cinza pela frente, tudo desmoronava, como se fosse o fim de um ciclo pra tudo começar novo. E ela que nunca soube aceitar os fins, desapegar, deixar ir, se viu pedindo que alguma coisa segurasse aquele lado de dentro pra deixar tudo esvaziar, andava guardando tanta coisa que não servia mais que no fim das contas sentiu que estava insistindo no que não tem porquê, nem nunca terá.
Fechou os olhos e só quis dormir sem lembrar que tinha um mundo lá fora pulsando mas que por enquanto havia tanto pra se consertar por dentro que talvez ela tivesse que deixar tudo ir correndo na frente e pegar o trem na hora que o seu coração aguentasse tudo que doía pelos dias. Aquele blues ainda soava por dentro, mas adormeu se perguntando onde a esperança foi fazer morada, tudo tinha mudado de lugar.

Mesmo longe te sinto aqui comigo ♥

Que o sussurrar do vento te leve um beijo carinhoso e eterno e me deixe em teus pensamentos para que a distância não apague em ti a minha existência. A alegria de saber que tu existes faz-me forte para suportar a tua ausência.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

"...agora era fatal que o faz de conta terminasse assim"


Nas voltas dessa vida, volta e meia reaparece algo que nos traz uma saudade, daquelas que arrancam suspiros e trazem a alegria de ter vivido coisas tão boas de serem lembradas.
Rever aquele brinco em forma de estrela, de uma maneira diferente, fez o seu coração palpitar novamente recordações há muito guardadas, quase dois anos se passaram desde aquela noite de setembro.
Por isso defendo que devemos ter lembranças guardadas em alguma gaveta, com lembraças e recordações que apenas são importante pra nós mesmos.
De repente viu-se sentada na cama com telefone na mão até não controlar o impulso e telefonar. Engraçado como ainda continuava nervosa toda vez que escutava aquela voz tão familiar e excitante do outro da linha. Inventou mais uma daquelas mentiras que sua mãe fingia acreditar, pegou a chave do carro e saiu sem saber ao certo onde ir, mas sabia exatamente o que queria. As pernas revelavam o nervosismo que sentia, mal conseguia guiar o carro. Ria durante todo o caminho, ria por nervosismo, ria ao lembrar a mentira boba que inventara para mãe, ria do que estava fazendo, ria de si e o coração palpitava ainda mais ao lembrar-se dele.
Certamente iria achá-la uma louca ao sair de casa sozinha àquela hora, mas compartilharia daquela insanidade. Não lembrava bem a rua, mas a memória do coração não falhou. Enfim, chegou.
Não houve como ele conter a incredulidade, olhou para ela parada no portão e veio em sua direção, abraçaram-se ternamente. Havia um sentimento imensurável entre os dois naquele momento. O tempo e os acontecimentos dos últimos dias apenas serviram de ponte pra que mais uma vez chegassem até o outro.
Ela queria fazê-lo esquecer toda a tristeza que se passou e deixá-lo ali, em seu colo, pra sempre. Mesmo sabendo que jamais seriam felizes juntos não tinha como negar que sentia um carinho pra lá de especial e uma sintônia incomparavel, não conseguia entender porque uma amizade não poderia permanecer. Talvez ela soubesse a resposta...a quimíca que existia, essa coisa de pele, toque, cheiro. Só que ao mesmo tempo sabia que isso por si só não sustenta relacionamento algum... essa é a verdade. 
Olhavam-se, ele repetia que ela era uma louca, abraçavam-se novamente. Os lábios se buscavam avidamente, ele repetia que ela era uma louca e ela sentiu novamente aquela sensação indescritível de quando se beijavam. Ele brincava com seus brincos até conseguir tirá-los, devolveu apenas um fazendo promessas debaixo de um céu coberto de milhões de outras estrelas como aquelas que eles dividiam, sentados na grama daquele jardim.
Agora ela estava ali, olhando aquele brinco em forma de estrela e sem par. Gostava de lembrar dessa e das tantas loucuras que sempre se propôs a fazer por paixão. Sentiu o carinho que hoje toma seu coração ao lembrar dessa noite. Lembrou dele mais uma vez e guardou a estrela em seu coração citando mentalmente Caio para si, "meras tentativas nós, mas doces".

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Eu poderia te dizer que o amor é lindo, mágico e transcrever aqui quase um convite de casamento num papel cartão cor-pérola pra ver se te fazia chorar como quando se vê a tela fechando num filme da Walt Disney onde todos foram felizes para sempre. Até acordei hoje pensando que isso de ser feliz acaba não tendo nada a ver com esse amor louco e inconstante que rasga o peito de cinco em cinco minutos, que traz lágrimas, dramas, dores, noites em claro ouvindo um jazz melodramático qualquer. Tentei entender que ser feliz é estar perto de alguém que te faz feliz, talvez depois de todas as fudições da vida se adquira a tal maturidade para se dizer: "Bem, agora eu quero é tranquilidade. Nada de rasgar o coração." (Ora, quem quer felicidade compra felicidade, quem quer amor compre a little bit of drama.) E se virar pra viver qualquer coisa sem sal, sem açúcar, mas feliz. Bem, depois de tentar entender toda essa teoria, que acabei achando super legal e inteligente. Entendi que, meu bem, continuarei rasgando o coração por toda brisa apaixonante que passe pela rua num dia qualquer. Cada um sabe do que precisa. Cada um se engana e compra a ilusão que quer. Talvez não haja mesmo vida sem mistificação nenhuma. Tu inventas tuas eiras, sente tuas loucuras, se cura das tuas dores, curte tuas alucinações, segue teus instintos e tenta compartilhar isso com todos a sua volta. Uns acharam drama, outros não. Ser triste deve ser importante: chorar, sofrer, escrever, ter canções que lhe doem pra caramba. E se tem alguém que não entende ou sarra do teu drama, relaxa. Talvez esse alguém já tenha entrado na tal tranquilidade, maturidade ou o que seja. Pedirei que o tempo não me traga essa fase, que eu ame e fique em pedaços por amores de uma hora, um mês ou 6 anos. Talvez seja isso: Impossibilidade de desejar a calmaria de um amor tranquilo. É preciso que arda, que queime, que dóa, que seja sem lógica nenhuma pra que os passos sigam cheios de contradições, dúvidas e medos. Dias voando, tudo passa, tudo passa. Quando me pedistes razão: Fechei os olhos e me fechei para ti, porque não queria ouvir nada mais que vinha da tua boa, agora desconhecida. Eu só tinha esse coração rasgado, sola furada, músicas dos beatles e sofás em dias de domingo pra te dar. Eu não tinha razão nenhuma, como tu. Te olhei e te vi interrogação, longe. Mãos abertas e nada para receber. Nada que eu pudesse tirar da minha cartola e te causar sorrisos. Lembrei do que Caio um dia me disse e ri por dentro: "Mas é azul à minha volta, e embora me doa esse azul entrando pelos sentidos, é ali que quero ficar agora."

Das responsabilidades...

Larga esses fetiches, descondiciona-te de teus tabus, deixa essa caverna falsamente protetora a que o teu comodismo te levou e caminha. Caminha pela planície e assume a responsabilidade pela caminhada. Porque afinal de contas, o homem é aquilo que ele faz de si mesmo.

Das querências...

No peito um ritmo de samba, atabaque, pandeiro. Coração é terra que ninguém vê. Onde o que se planta, nasce. Nasce muita planta bonita. Erva daninha também dá. Mas hoje eu posso escolher o que eu quero pra mim. Quero rosas amarelas, begônias e miosótis - a flor da lembrança. Quero sol, quero mar, quero tudo o que me ponha pra cima e além. Quero festa cercada de gente sorrindo, quero abraço de amigo, colo pra deitar. Quero mais música de Chico. E mais leituras enriquecedoras. Quero sorrisos, muitos sorrisos. Quero amor limpinho, gavetas arrumadas, sentimentos perfumados. Quero luz, muita luz pra poder sorrir a qualquer hora do dia e não deixar nada atravancar o caminho. Quero ser dona dos meus passos e senhora do meu destino.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Enfim... ela chegou. =)

          Minha estação favorita: A primavera!

Motivos do amor...

Ama- se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Este lugar é sagrado para mim.

"Escute-me só por um momento! Perdoe-me se lhe digo mais uma coisa... É o seguinte: não posso deixar de aqui voltar amanhã. Sou um sonhador; a minha vida real tão reduzida que momentos como estes que agora vivo são para mim de tal modo preciosos que não poderei evitar de os reproduzir nos meus sonhos. Sonharei consigo toda a noite, toda a semana, todo o ano. Voltarei obrigatoriamente aqui amanhã, justamente aqui, a este mesmo local, a esta mesma hora, e sentir-me-ei feliz por recordar o que hoje aconteceu. Doravante, este lugar é sagrado para mim."

(Dostoievski)

Coisas de amor são bonitas demais.



Acordou e não abriu os olhos. O escuro do lado de fora e a imensidão de luz que havia ficado por dentro faziam com que ela quissesse redesenhar o que havia passado e não passaria nunca mais. Antes pensou nas pequenas epifanias de Caio, depois quis cantar: "quero que você me dê a mão, vamos sair por aí sem pensar no que foi que sonhei, que chorei, que sofri...". E cantou. Baixinho e de olhos fechados, cantou toda a bossa que ele havia plantado nela. Todo aquele jazz embriagado, aquelas loucuras de amor. Um suspiro. Voltou a pensar em Caio e soube que de todas as dores por ele escritas, esta epifania haveria de ser uma das poucas que ela entenderia tão bem. Possibilidade de amor te mirando com olhos despretenciosos, roçandos nos teus poros, achando graça das tuas manias. E o que se faz? Ela tinha medo. Sempre teve. Todo mundo deve ter medo do amor, mesmo que pouco. Medo do outro que mora do outro lado e nem sabe o que causa na tua pele, arrepio da alma. E justamente ele que seria o que menos saberia o que nela causara. Foi daquele jeito, sorrindo grande, tropeçando nas palavras, as mãos inquietas, que ele a fez parar de pensar em passado e futuro. - "E por que já vais? Fica mais?" Flutuava na sua profunda alegria simples. Não tinha nada de místico, era uma alegria leve com que ela desejou se vestir todos os dias da primavera que chegava. E ele disse que era tarde, que tinha que ir. Que o tempo não tinha sido justo com os dois mas que agora não havia mais nada o que fazer. Ele partiu levando a primavera e deixou um sopro de amor que a fez querer ir na estante e pegar aquele livrinho amarelo do Caio e chorar de alegria porque essas coisas de amor são bonitas demais.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Certo é estar perto sem estar.

Sei apenas que prefiro ser a mulher para quem ele corre do que aquela de quem ele foge, e de certa forma, garanti essa situação não ficando por perto.




segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Te dou, meu bem...

Sabe, se olhares, olhares bem, te apaixona, bem sei.
Sou do tipo que esbanja carinho e tento num beijo entregar o mundo.
Sou do tipo que se deixa apaixonar, e não tem medo.
Pega minha mão, Quer passeio?
Quer um dia inteiro? – te dou, meu bem.

sábado, 18 de setembro de 2010

... sobre a saudade!

Pensando bem, a saudade tem suas similitudes com o amor. Isto porque também causa sorrisos, suspiros, aperto do coração, lágrimas, rói e corrói. A saudade, tal qual o amor, é impontual, não marca hora e chega às seis da tarde de uma quinta-feira qualquer, quando sentimos um aroma familiar ou quando se está numa parada de ônibus ou mesmo no corredor de uma repartição pública. Assim como o amor, ela percorre todos os poros e se aloja sutilmente dentro do primeiro coração vulnerável que encontra e diz: “ - Vim com malas, viagens e bagagens, baby!”. Na verdade a saudade é o amor que fica. Desta vez veio pra lembrar que tudo, absolutamente tudo, acaba em saudade, até o que não acaba bem, um dia certamente será saudade. Enfim, saudade não é necessariamente sinônimo de tristeza, mas de amor. E se tudo acabará nela mesmo, aproveitemos o meio-tempo para sentir, esquecer o verbo explicar e conjugar apenas o sentir. E nessa de sentir, aceno com a mão: - Xuxu, um John Collins para eu escutar aquela de Toquinho e sentir amor, ou saudade!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sobre as verdades...

Nós (humanos) descobrimos teorias, refutamos teorias, criamos partidos... religiões.
O que antes era verdade absoluta vira mentira deslavada e, depois (e mais uma vez), verdade revigorada.
E, por incrível que pareça, a nova-velha verdade fica pronta para, novamente, ser refutada...
O fato é que, por sermos humanos, a “fé cega” se torna uma “faca amolada”, ferramenta básica do reino da intolerância.
Mas, por fim, também existe um outro lado de ser humano: o que de melhor e mais humano (e divino) existe em nós, atende por nomes simples, como solidariedade, compreensão, empatia, autocrítica, paciência, coragem, paz, amor, amor, amor amor, amor...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

na vida, no coração, na cabeça.


Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perca de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça.

(Caio F.)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

É que desacreditei, entende?

"Teresa, se algum sujeito bancar o sentimental em cima de você e te jurar uma paixão do tamanho de um bonde, se ele chorar, se ele se ajoelhar, se ele se rasgar todo, não acredita não Teresa! É lágrima de cinema, é tapeação, mentira. Cai fora!"



(Manoel Bandeira)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

E refaço. Colo. Pinto e bordo.



Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim.




SEMPRE ele Caio F.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Você conhece um amigo da sua amiga, conversam um pouco e você nem dá muita atenção aquele recém conhecido, sua atenção é pra amiga querida. 

Você não está nem um pouco interessada em impressionar, sabe que ali pode ser você mesma, e pronto!

E no dia seguinte, lá está você na sua vida normal, sentada na mesa em meio a uma montanha de processos e prazos pra cumprir e de repente surge na porta um entregador com um lindo e enorme buquê de rosas vermelhas... você obviamente não deixa de olhar, só que faz isso rapidamente, e volta a digitar, afinal, os prazos estão ai e pensa consigo mesma (rosas pra colega de trabalho, o namorado dela é romantico). E qual não é sua surpresa quando o entregador ao invés do nome dela fala o seu, você surpresa inicialmente faz uma cara de espanto, assina e libera o entregar. 
Em seguida abre um sorriso lindo e pensa que coisa tão lindaaaa. Junto das rosas um cartão bem delicado, com a seguinte mensagem:

"Surgiu como uma aurora de beleza e luminura em meus dias.. e quero dizer todas as manhãs desde daquela manhã, um pequenino e delicado Sol... que harmoniza e acaricia a melodia.meio.dia.todo.dia.a.dia. seu misterio stereo que assim te cantaria... tenho certeza que seria a mais bela cançao do chico se fosse escrita pra essa mulher que essas linhas lê . Pois o amor ainda existe nos olhos , olhos que não são os tristes ... sao os que sorri... Ela sorri com os olhos... dois sorrisos como duas notas Melodia... como o Sol de desenhos infantis ... Vem como o sol... todas as manhãs... brindando meus dias ... em dança...rodeando balançando ..enfeitando ..contrapondo seu ritmo bonito... chegou e sorriu minha impecavel e distinta harmonia ... ofereceu vida em dança! ... me dá sua Mão!

Te desejo um bom dia

xxxxx"


Um pouco precipitado confesso, mas a surpresa foi muito, muito boa. E você fica feliz ao perceber que sendo você mesma, conseguiu despertar admiração em alguém.

E o dia fica bem mais bonito depois disso, o ego lá em cima, claro!