
Aqui e ali a vida nos prega peças. Por alguns instantes imaginamos que estas peças tomam uma conotação diferente da que de fato têm e, assim, imaginamos sermos atores. Atores de uma peça sem roteiro, embora relutemos em aceitar que perdemos o controle, as rédeas de tudo. Atores que desejam ser autores no palco da vida. Protagonistas diante do destino que nos faz coadjuvantes. Tanto nos faz rir qdo a vontade é chorar, esbravejar desejando o silêncio, parar querendo arriscar. Por um tempo é possível e, desta forma, somos merecedores de todo e qualquer prêmio – de Cannes ao Urso de Ouro de Berlim. Atores e atrizes brilhantes. É então que se inicia uma nova temporada da peça, com outro público, outro cenário, outro TUDO. E a vida não vem como diretora. Chegou a hora do coração nos pregar uma peça.
Daí não tem jeito, não tem conceito e não há conserto. Os risos são ridos iguais, a lágrima guardada cai, n há expressão maquinada, fala que não seja falada. O coração nos faz nós mesmos, agora sim, senhores, autores, diretores e protagonistas da história q definitivamente nos pertence. Fugir? A gente tenta. Esconder? Por um tempo funciona. Mentir? P os outros é possível. Mas, a verdade nos fala baixinho ao ouvido. A nossa verdade. Para o coração n há ator ou atriz. Somos todos medíocres na arte de interpretar. Dê-me a vida mil falas para falar, sentimentos que não são meus para sentir. O farei. Falarei. Sentirei. Mas n ouse utilizar subterfúgios para o coração. Não o enganamos. Ele é que engana a gente. O coração n tem medo de ser feliz. Então, seja coração também.
Daí não tem jeito, não tem conceito e não há conserto. Os risos são ridos iguais, a lágrima guardada cai, n há expressão maquinada, fala que não seja falada. O coração nos faz nós mesmos, agora sim, senhores, autores, diretores e protagonistas da história q definitivamente nos pertence. Fugir? A gente tenta. Esconder? Por um tempo funciona. Mentir? P os outros é possível. Mas, a verdade nos fala baixinho ao ouvido. A nossa verdade. Para o coração n há ator ou atriz. Somos todos medíocres na arte de interpretar. Dê-me a vida mil falas para falar, sentimentos que não são meus para sentir. O farei. Falarei. Sentirei. Mas n ouse utilizar subterfúgios para o coração. Não o enganamos. Ele é que engana a gente. O coração n tem medo de ser feliz. Então, seja coração também.
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